dezembro 19, 2025

Ludwig M

Pesquisa Atlas Intel revela crescimento explosivo de Flávio

Pesquisa Atlas Intel revela crescimento explosivo de Flávio

Flávio Bolsonaro cresceu seis pontos percentuais na mais recente pesquisa Atlas Intel. O levantamento, divulgado em dezembro de 2025, mostra um cenário que desafia a narrativa da grande mídia sobre as dificuldades do senador em herdar os votos do pai.

Os números revelam uma realidade incômoda para a esquerda. Enquanto Lula permanece estagnado nas intenções de voto, Flávio dispara e consolida sua posição como principal nome da oposição para 2026.

Mais importante: 75% dos eleitores bolsonaristas concordam com a indicação de Flávio como candidato. Esse dado destrói qualquer tese sobre divisão interna na direita.

Lula enfrenta desaprovação acima de 50% pela primeira vez

A pesquisa Atlas Intel trouxe más notícias para o Palácio do Planalto. Pela primeira vez, a desaprovação de Lula ultrapassou a marca dos 50%, atingindo 50,7%. A aprovação ficou em 48,8%.

Embora tecnicamente dentro da margem de erro, os números indicam uma mudança clara de tendência. O chamado “efeito lua de mel” do terceiro mandato chegou ao fim.

A avaliação do governo também piorou significativamente. Os dados mostram um presidente em trajetória descendente, enfrentando resistência crescente da população.

Essa deterioração da imagem presidencial acontece justamente quando Flávio Bolsonaro ganha força nas pesquisas. Não é coincidência. É o reflexo de uma população cansada das promessas não cumpridas.

Flávio supera Tarcísio e consolida liderança da direita

O cenário ampliado da pesquisa coloca Flávio Bolsonaro à frente de Tarcísio de Freitas nas intenções de voto. Esse dado é crucial para entender a dinâmica eleitoral que se desenha.

Quando testado junto com outros nomes da direita – Ronaldo Caiado, Ratinho Júnior e Romeu Zema – Flávio mantém a liderança. Isso significa que uma eventual candidatura de Tarcísio não prejudicaria o senador.

Na verdade, os números sugerem o contrário. Tarcísio sabe que lançar candidatura própria seria um erro estratégico. Ele ficaria em segundo lugar entre os candidatos de direita.

A consolidação de Flávio como nome único da oposição é questão de tempo. Os outros pré-candidatos de direita perderam pontos na pesquisa, enquanto ele cresceu seis pontos percentuais.

Corrupção e segurança dominam preocupações do eleitor

A pesquisa Atlas Intel revela algo devastador para Lula: os dois maiores problemas do Brasil, segundo os entrevistados, são corrupção e criminalidade/tráfico de drogas.

Essas são exatamente as áreas onde Lula é mais vulnerável. Todo mundo sabe da relação do petista with corrupção. As recentes operações da Polícia Federal no INSS e a CPMI do órgão só reforçam essa percepção.

Na segurança pública, Lula nunca foi convincente. Seus governos anteriores foram marcados por crescimento da violência urbana e fortalecimento do crime organizado.

Uma pesquisa da Quaest, citada no mesmo período, confirma essa tendência. Eleitores preocupados com violência têm “chance enorme” de votar contra Lula, admitiu o próprio instituto.

Quando a população prioriza segurança sobre outros temas, Lula perde votos. É matemático. É inevitável.

Por que a mídia distorce os números da Atlas Intel

Vários veículos noticiaram a pesquisa com o ângulo de que Flávio tem “dificuldades” para herdar os votos do pai. Essa narrativa ignora dados essenciais.

Primeiro: Flávio foi indicado oficialmente há poucos meses. É natural que leve tempo para o eleitorado assimilar essa informação. Nem todo brasileiro acompanha política intensamente.

Segundo: mesmo assim, ele já cresce nas pesquisas e lidera entre os candidatos de direita. Isso demonstra força, não fraqueza.

Terceiro: 75% dos bolsonaristas aprovam a indicação. Onde está a tal dificuldade de herdar votos? A base está consolidada.

A mídia tradicional tem interesse em criar uma narrativa de fragmentação na direita. Os números da Atlas Intel mostram o contrário: unificação em torno de Flávio.

O segundo turno que a esquerda teme

No cenário de segundo turno, Flávio perde para Lula por 53% a 41%. À primeira vista, parece ruim. Na prática, é um resultado promissor para quem começou a campanha agora.

Para comparação: Tarcísio perderia por 46% a 50%, uma diferença de apenas quatro pontos. Michelle Bolsonaro perderia por cinco pontos de diferença.

Mas aqui está o ponto crucial: Flávio tem potencial de crescimento muito maior que qualquer outro candidato da oposição. Ele carrega o nome Bolsonaro, a marca política mais forte da direita brasileira.

À medida que mais pesquisas forem divulgadas, a tendência é de consolidação. Os votos dispersos entre Caiado, Ratinho Júnior e Zema migrarão naturalmente para Flávio.

A esquerda sabe disso. Por isso comemora publicamente a escolha de Flávio, mas treme nos bastidores. Eles preferiram enfrentar qualquer outro nome.

A estratégia do vice e a aliança com o Centrão

A pesquisa também testou possíveis vices para Flávio Bolsonaro. Os nomes mais citados foram Tarcísio de Freitas e Michelle Bolsonaro.

Embora sejam nomes fortes, a estratégia mais inteligente seria escolher alguém do Centrão. Tarcísio é mais útil como candidato ao governo de São Paulo. Michelle pode ser senadora por Brasília.

Nomes como Romeu Zema ou Ratinho Júnior fazem mais sentido. Eles trariam o apoio do Centrão sem desperdiçar lideranças regionais importantes.

O Centrão sempre negocia com quem tem chance real de vitória. Com Flávio liderando as intenções de voto entre a oposição, essa conversa fica mais fácil.

Uma aliança bem costurada com o centro político pode ser o diferencial para vencer Lula no segundo turno.

O que os números realmente dizem sobre 2026

Analisando friamente os dados da Atlas Intel, o cenário para 2026 está se definindo. Flávio Bolsonaro será o candidato da direita, com ou sem benção de outros líderes.

Lula entra na disputa como favorito, mas em trajetória de queda. A desaprovação acima de 50% é um sinal de alerta vermelho para qualquer político.

As preocupações do eleitorado – corrupção e segurança – favorecem naturalmente a oposição. São temas onde Lula é historicamente fraco.

O crescimento de seis pontos de Flávio em uma pesquisa mostra que ele tem tração real. Não é candidatura artificial ou imposta. É movimento orgânico do eleitorado.

A cada nova pesquisa, essa tendência deve se confirmar. A política brasileira caminha para uma polarização clara entre Lula e Flávio Bolsonaro.

Os dados da Atlas Intel não mostram dificuldades para Flávio herdar os votos do pai. Mostram um herdeiro político em ascensão, consolidando sua posição como principal alternativa ao governo atual.

O que mais impressiona é a velocidade desse crescimento. Flávio saiu praticamente do zero para liderar a oposição em poucos meses. Isso não acontece por acaso.

A pergunta que fica é: será que a esquerda realmente comemora a candidatura de Flávio, ou essa é apenas uma estratégia para esconder o nervosismo?

Fontes

Compartilhe:

Deixe um comentário