A “Operação Resolução Absoluta” dos Estados Unidos na Venezuela, que resultou na captura de Nicolás Maduro em 3 de janeiro de 2026, gerou debates sobre o uso de tecnologias militares avançadas. Relatos não confirmados sugerem que foram empregadas armas não convencionais durante a operação, segundo reportagem do El Imparcial.
Nota editorial: Este artigo tem caráter analítico e opinativo, baseado em informações públicas e reportagens jornalísticas amplamente divulgadas (com links para as fontes). Não imputa crimes, ilegalidades ou intenções subjetivas a pessoas ou instituições, nem questiona a legitimidade dos Poderes da República. Limita-se à análise crítica de decisões e seus efeitos no debate público, sob perspectiva editorial libertária.
A operação que mudou a dinâmica regional
Segundo fontes oficiais, a operação envolveu mais de 150 aeronaves e tropas especializadas. O objetivo declarado pelos Estados Unidos era executar uma captura direcionada e evitar confrontos prolongados, conforme reportagem da CBS News.
Um relato não verificado, divulgado pela secretária de imprensa da Casa Branca Karoline Leavitt, descreve alegados efeitos de equipamentos não convencionais. Segundo esse testemunho, sistemas de radar teriam falhado simultaneamente, seguidos por sobrevoos de drones, conforme reportagem do Regional Paulista.
A diferença tecnológica entre as forças foi apontada como decisiva. Segundo relatos, a precisão e velocidade das forças americanas criaram uma assimetria militar significativa.
A Casa Branca adotou uma estratégia comunicacional direta, com Leavitt compartilhando depoimentos nas redes sociais para demonstrar a eficácia da operação, segundo análise de especialistas.
Alegações sobre tecnologia não convencional
Relatos não confirmados descrevem o suposto uso de equipamentos que teriam causado efeitos fisiológicos específicos. Segundo testemunho divulgado pela imprensa, os efeitos incluíram sintomas neurológicos instantâneos.
A descrição técnica sugere o possível uso de tecnologia de energia direcionada. Especialistas em defesa consultados pela imprensa internacional apontam que os sintomas são compatíveis com armas de energia dirigida ou dispositivos sônicos de alta intensidade.
Importante ressaltar que não há confirmação oficial dos EUA sobre o uso de qualquer arma de energia dirigida durante a operação. As autoridades militares limitaram-se a classificar a missão como “cirúrgica”, sem fornecer detalhes técnicos.
A tecnologia de armas sônicas não é ficção científica, mas sua aplicação operacional representa um avanço significativo. A física dessas armas baseia-se em ondas sonoras de baixa frequência que podem afetar o sistema nervoso humano de forma direcionada.
Trump redefine estratégia para América Latina
A abordagem de Trump para a região demonstra uma lógica pragmática de esferas de influência. Analistas explicam que “Trump tem se revelado um homem do século XIX”, operando com conceitos geopolíticos tradicionais onde as Américas ganham relevância estratégica.
A estratégia inclui pressão econômica coordenada. Trump anunciou o fim dos subsídios energéticos para Cuba, criando um novo paradigma regional. O México testou os limites dessa política e recuou rapidamente, com a presidente Claudia Sheinbaum esclarecendo que não aumentaria exportações para a ilha.
Segundo análises especializadas, a ofensiva relaciona-se não apenas ao combate ao narcotráfico, mas principalmente à contenção da presença de potências estrangeiras como Rússia e China na região.
Esta nova dinâmica pode equilibrar a competição política regional. Se governos autoritários não podem mais usar violência e fraudes eleitorais sem consequências americanas, o cenário eleitoral tende a se tornar mais competitivo.
Tecnologia militar de ponta em operação
Fontes de inteligência americana revelam que os Estados Unidos possuem armas de energia dirigida há vários anos. A diferença agora é a aplicação operacional dessas tecnologias em missões reais.
Armas sônicas já foram testadas em outros contextos. A Sérvia utilizou equipamentos similares contra manifestantes, mas com potência menor. A diferença está no objetivo: dispersar manifestantes versus incapacitar soldados armados requer níveis de energia completamente distintos.
O caráter altamente direcional explica por que as forças americanas permaneceram intactas durante a operação. Essas armas funcionam como “canhões” de energia, afetando apenas quem está na linha de tiro, deixando operadores e aliados protegidos.
Para países menores, isso representa um desafio estratégico insolúvel. Não existem defesas efetivas contra armas de energia dirigida, nem equipamentos de proteção individual que funcionem contra ondas sonoras de alta intensidade.
Consequências econômicas para Venezuela
A questão petroleira gera controvérsias até entre empresas americanas. As acusações contra Maduro incluíam o uso da cocaína como “arma contra os Estados Unidos”, mas as petroleiras sabem que explorar recursos venezuelanos pode prejudicar operações domésticas.
A realidade sobre as reservas venezuelanas é mais complexa que a propaganda oficial sugeria. Regimes autoritários frequentemente inflam números para atrair investimentos externos, e sem oposição para questionar dados, qualquer estatística vira “verdade oficial”.
A Chevron acredita ser possível aumentar a produção venezuelana em 50% relativamente rápido, explorando os “frutos baixos” – petróleo extraível sem grandes investimentos iniciais. Contudo, o potencial real do país pode estar abaixo dos números fantasiosos divulgados anteriormente.
O problema central é a confiança. Após décadas de expropriações e mudanças arbitrárias de regras, empresas internacionais exigem garantias sólidas antes de investir significativamente na Venezuela.
Transformação da liderança venezuelana
A mudança no comportamento da liderança venezuelana foi dramática. Diosdado Cabello, que em 2025 declarava que “nenhuma gota do petróleo venezuelano iria para os Estados Unidos”, mudou completamente o discurso em 2026, afirmando disposição para vender se os americanos quiserem comprar.
A expressão de abatimento de Cabello nas aparições públicas recentes revela quem entendeu que não há alternativa além da capitulação pragmática. A arrogância anterior deu lugar à submissão estratégica.
Delcy Rodríguez está preparando-se para reunir-se com Trump em Washington. A libertação de prisioneiros políticos começou, embora ainda seja insuficiente. Pelo menos 24 militares venezuelanos morreram na incursão, segundo dados oficiais.
Lições para a região
A experiência venezuelana serve de advertência para outros países da região. A era da impunidade para regimes autoritários no “quintal americano” pode estar terminando, independentemente do apoio russo ou chinês.
Documentos revelam que desde 2011 o Brasil apoiava ativamente o regime venezuelano. Segundo análises, a administração Dilma via uma possível derrota de Chávez em 2012 como evento comparável à queda do Muro de Berlim para a esquerda latino-americana.
A queda do regime venezuelano pode ter efeito similar na credibilidade da esquerda regional. Desta vez, não será possível alegar que o modelo “nunca foi testado adequadamente” – foi testado na Venezuela e os resultados falam por si.
Para a direita regional, o cenário cria oportunidades inéditas de competição política mais equilibrada, caso a violência e fraudes eleitorais enfrentem consequências internacionais consistentes.
Reconfigurando a ordem internacional
Especialistas apontam que “Trump quer reconfigurar a ordem internacional à sua imagem e semelhança, tendo as Américas e a Venezuela como prioridade”. A era do multilateralismo institucional dá lugar à lógica de esferas de influência e poder militar direto.
A reação internacional foi previsível. Cuba denunciou o “ataque criminoso” e o Irã condenou energicamente a operação. Rússia e China expressaram preocupação, mas declarações diplomáticas não alteram realidades militares.
O silêncio de países europeus e até latino-americanos é mais significativo. A Argentina de Milei celebrou a captura, afirmando que “a liberdade avança”. A comunidade internacional está dividida, mas o poder militar americano permanece incontestável.
A Venezuela tornou-se laboratório para novas regras do jogo internacional. Soberania nacional vale quando se tem poder para defendê-la. Direito internacional funciona quando há consenso entre grandes potências. Quando o consenso quebra, a força decide.
A era da persuasão tecnológica
As armas de energia dirigida representam revolução nos conflitos militares. Não causam destruição física massiva como bombas convencionais, mas proporcionam incapacitação instantânea e seletiva. É possível neutralizar centenas de soldados sem destruir infraestrutura ou causar danos colaterais significativos.
A precisão cirúrgica dessas tecnologias muda completamente a dinâmica de conflitos urbanos. Não é necessário bombardear cidades inteiras para capturar líderes. Basta incapacitar temporariamente forças de segurança e executar a operação com danos mínimos à população civil.
A democratização dessa tecnologia ainda levará décadas. Por enquanto, apenas algumas potências militares dominam essas armas. A vantagem tecnológica americana mantém-se esmagadora, criando uma janela de oportunidade histórica para reconfiguração da ordem internacional.
O episódio venezuelano marca o início de uma nova era nas relações internacionais: a era da persuasão tecnológica substituindo a diplomacia tradicional. Quando é possível incapacitar exércitos inteiros em minutos, as negociações tornam-se consideravelmente mais simples.
Diante disso, a pergunta que permanece é: quantos outros regimes autoritários testarão os limites dessa nova realidade antes de compreender que as regras mudaram definitivamente? O futuro da América Latina pode estar sendo decidido nos laboratórios militares americanos, não nas urnas ou nas ruas.
Este artigo pode ser atualizado caso surjam novos fatos ou manifestações dos citados.
Versão: 11/01/2026 21:31



