janeiro 3, 2026

Ludwig M

Operação militar dos EUA na Venezuela: a captura de Maduro marca novo marco geopolítico

Uma operação militar que durou apenas duas horas mudou o destino da América Latina. Na madrugada de 3 de janeiro de 2026, segundo reportagens, as Forças Armadas dos Estados Unidos capturaram o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores. A ação, segundo a CBS News, conduzida pela elite Delta Force, representa o fim de mais de duas décadas de regime chavista na Venezuela.

Nota editorial: Este conteúdo tem caráter analítico e opinativo, baseado em informações públicas e reportagens amplamente divulgadas (com links para as fontes). Não afirma como fatos comprovados a prática de crimes ou ilícitos, nem substitui decisões judiciais. Seu objetivo é promover reflexão crítica sob uma perspectiva editorial libertária.

A operação que mudou tudo em duas horas

Por volta das 2 horas da manhã no horário de Brasília, segundo o Jornal Grande Bahia, fortes explosões foram ouvidas na capital venezuelana e em outros locais nos Estados de Miranda, Aragua e La Guaira, incluindo bases militares. Não foi um ataque aleatório. Segundo a Wikipedia, a maioria das explosões teve como alvo antenas e bases militares em operação, com relatos iniciais indicando ataques à Base Aérea Generalíssimo Francisco de Miranda e ao Forte Tiuna.

A operação para capturar Maduro foi executada pela elite Delta Force, a mesma unidade que neutralizou líderes terroristas internacionais. O Forte Tiuna, que deveria ser a última linha de defesa do regime venezuelano, foi completamente destruído. Soldados venezuelanos abandonaram suas posições. Não houve resistência significativa.

Horas após o início da operação, o presidente Donald Trump afirmou que as forças armadas dos EUA capturaram o presidente venezuelano Maduro e sua esposa, Cilia Flores, e os retiraram do país. A diferença de poder militar entre os dois países ficou evidente. Segundo reportagens, as Forças Armadas dos Estados Unidos não tiveram uma única baixa durante a operação militar.

O regime que há décadas manteve o povo venezuelano sob severas restrições desmoronou em questão de horas. Não foi guerra. Foi execução de mandado de prisão com cobertura militar.

Operação policial com base em acusações de narcotráfico

O senador Mike Lee, segundo a CNN Brasil, citando o secretário de Estado americano Marco Rubio, explicou que os ataques à Venezuela foram necessários para proteger os soldados das forças especiais que cumpriam o mandado de prisão contra Maduro. Esta distinção é fundamental para entender o enquadramento jurídico da operação.

Para declarar guerra, os Estados Unidos precisam de autorização do Congresso. Para cumprir mandado de prisão contra pessoas acusadas de crimes internacionais, não. O governo norte-americano informa que a ação tinha como objetivo a execução de mandados de prisão emitidos contra Maduro por crimes relacionados ao tráfico de drogas e à segurança nacional dos EUA.

Nicolás Maduro foi acusado, segundo o Infobae, de conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos, e conspiração para posse de metralhadoras e dispositivos explosivos contra os Estados Unidos. Não era um presidente legítimo sendo atacado, segundo a narrativa oficial. Era um líder acusado de comandar organização criminosa sendo preso.

O Cartel de los Soles é considerado por autoridades norte-americanas, segundo reportagem do Terra, como uma rede de narcotráfico integrada ao Estado venezuelano, com uso de infraestrutura estatal — aeroportos, portos, fronteiras e espaço aéreo — para enviar grandes carregamentos de cocaína para os Estados Unidos e Europa. Venezuela havia se transformado, segundo Washington, em um narcoestado dirigido por pessoas acusadas de atividades criminosas.

A reação da vice-presidente e o colapso do regime

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, segundo a Wikipedia, confirmou que Maduro e sua esposa não estavam no país e exigiu a apresentação de provas imediatas de vida. Mas a própria vice não ficou para enfrentar as consequências. Segundo relatos não confirmados, Delcy Rodríguez teria fugido para Moscou nas primeiras horas após a operação.

O governo venezuelano simplesmente evaporou. O presidente Maduro declarou estado de emergência nacional após o início das explosões. O governo prometeu defender-se contra as ações militares dos Estados Unidos. Promessas que não se sustentaram diante da realidade.

Segundo Rodríguez, a operação resultou na morte de autoridades governamentais, militares e civis. Conflitos armados têm baixas. Especialmente quando se trata de regime que há décadas manteve o povo venezuelano sob severas restrições.

O núcleo duro do regime, liderado por Diosdado Cabello, tentou manter aparências nas ruas de Caracas. Mas até mesmo eles usavam coletes à prova de balas em território que teoricamente controlavam. O receio estava estampado em cada rosto.

A reação internacional: apoios e condenações

As reações internacionais revelaram diferentes posicionamentos. O presidente da Argentina, Javier Milei, segundo a Gazeta Web, comemorou a captura, declarando que a liberdade avança. A líder da oposição venezuelana María Corina Machado declarou que apoiava as ações de Trump.

Do outro lado, o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, segundo o Poder360, ordenou a mobilização de militares para a fronteira e classificou a ação como uma agressão à soberania da América Latina. Rússia, Irã e Cuba condenaram duramente o ataque. A lista dos que lamentam pela queda de Maduro revela muito sobre suas próprias naturezas.

No Brasil, a reação foi de desconforto total. O governo Lula convocou reunião de emergência, segundo o Brasil 247. O Itamaraty condenou a operação americana, com Lula classificando como “afronta gravíssima à soberania”, segundo a CNN Brasil. A esquerda brasileira entrou em desespero porque sabe: se Trump fez isso na Venezuela, pode considerar outras ações na região.

Não é exagero. É análise geopolítica. Regimes autoritários na América Latina acabaram de receber um recado claro: os tempos mudaram. A era de governar por decreto e exercer controle autoritário sobre populações chegou ao fim.

As implicações para o Brasil sob Lula

O efeito dominó já começou. Autoridades que gostavam de exercer controle sobre expressão e perseguir opositores políticos, agora têm que repensar suas estratégias. Lula, que demonstrava tendências de radicalização contra as instituições, viu que o mundo mudou.

O exército brasileiro, assim como o venezuelano, reconhecidamente não tem condições de enfrentar as forças armadas americanas. A diferença de poder é brutal. Qualquer aventura autoritária no Brasil agora terá que considerar a nova realidade geopolítica da região.

Trump deixou claro que não vai tolerar regimes autoritários no hemisfério ocidental. A Doutrina Monroe voltou com força total. América Latina livre de ditaduras não é mais sonho distante. É política oficial dos Estados Unidos.

O desconforto da esquerda brasileira é compreensível. Perderam seu principal aliado ideológico na região. Maduro era o exemplo que usavam para mostrar que o projeto bolivariano funcionava. Agora esse exemplo está preso nos Estados Unidos aguardando julgamento.

O fim de uma era e o começo de outra

Os Estados Unidos estão encerrando suas operações militares na Venezuela e não planejam mais operações de combate, segundo a CBS News. Não há planos para novas ações militares, visto que o objetivo principal foi alcançado. Missão cumprida em tempo recorde.

Segundo um senador republicano que disse ter conversado com o secretário de Estado, a intenção é levá-lo a julgamento nos Estados Unidos pelo pacote de acusações pendentes. Maduro vai enfrentar a Justiça americana. Não há como escapar desta vez.

A operação mostrou que os Estados Unidos têm capacidade de agir rapidamente quando decidem. Dois anos de preparação resultaram em duas horas de execução perfeita. Nenhuma baixa americana reportada. Objetivo completamente atingido.

Para o povo venezuelano, é o fim de um pesadelo. Para regimes autoritários na região, é um aviso claro. Para defensores da liberdade, é uma vitória histórica. A América Latina nunca mais será a mesma.

Agora resta aguardar a transição. Edmundo González, que diversos analistas consideram o verdadeiro vencedor das eleições de 2024, deve assumir o poder com Maria Corina Machado. Venezuela livre finalmente terá chance de se reconstruir.

Trump cumpriu mais uma promessa de campanha. Maduro está preso. A liberdade venceu o autoritarismo. E quem ainda insiste em exercer controle autoritário na região agora sabe: os tempos mudaram para valer.

E você, acredita que essa operação marca o fim dos regimes autoritários na América Latina?


Fontes e Referências

  1. Forças Terrestres – Operação Delta Force
  2. CBS News – Cobertura ao vivo dos ataques
  3. Jornal Grande Bahia – Detalhes da captura
  4. Wikipedia – Verbete sobre a intervenção
  5. Infobae – Imputações contra Maduro
  6. Gazeta Web – Reação de Milei
  7. Poder360 – Reações latino-americanas
  8. Brasil247 – Reunião de emergência do governo Lula
  9. CNN Brasil – Posição de Lula
  10. Terra – Acusações contra Maduro nos EUA
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