dezembro 9, 2025

Ludwig M

Honduras derruba a esquerda e expõe a hipocrisia democrática

Honduras derruba a esquerda e expõe a hipocrisia democrática

Com 98,7% das urnas apuradas, Honduras presencia mais um capítulo da velha cartilha esquerdista. Tito Asfura, candidato apoiado por Donald Trump, mantém vantagem de 43 mil votos sobre Salvador Nazaralá. A candidata de esquerda Rixi Moncada ficou em terceiro lugar com apenas 20% dos votos. E qual foi a reação? Pedido de nulidade total das eleições por parte do governo atual.

O Partido Libre, da presidente Xiomara Castro, não aceita a derrota. Convocou protestos e orientou funcionários públicos a não cooperarem com a transição. Alegam “interferência americana” e “terrorismo eleitoral”. É sempre a mesma música quando a esquerda perde.

A candidata derrotada Rixi Moncada ostenta orgulhosamente a estrela vermelha do PT em seu partido “Libre”. Livre de quê? Da mesma liberdade que o PSOL promete no Brasil. Uma liberdade que só existe no discurso, nunca na prática.

O cenário hondurenho expõe uma verdade universal: a esquerda só acredita na democracia quando ganha. Quando perde, inventa fraudes, interferências e golpes inexistentes.

A matemática da vitória que incomoda a esquerda

Os números não mentem, mas incomodam. Tito Asfura, empresário de 67 anos do Partido Nacional, lidera com 1.291.000 votos contra 1.247.000 de Nazaralá. São 43 mil votos de diferença quando resta pouco mais de 1% para apurar.

Durante a apuração, houve inversões. Com 80% dos votos contados, Nazaralá chegou a liderar por 18 mil votos. Mas os votos finais consolidaram a vitória de Asfura. É assim que funciona uma eleição real: os números oscilam conforme as urnas chegam.

A esquerda hondurenha reclama que “a linha de votos cresce de forma não natural”. Dizem que deveria “subir e descer”, não seguir uma tendência linear. É o mesmo argumento usado no Brasil em 2022. Uma falácia estatística repetida por quem não entende como funciona uma apuração eleitoral.

Quando você analisa uma eleição minuto a minuto, vê variações. Quando observa o panorama geral, a linha se torna mais linear. É matemática básica, não conspiração. Mas conspiração vende melhor que explicações racionais para quem perdeu.

Trump e a acusação de interferência que virará moda

O Partido Libre afirma não reconhecer as eleições devido à “interferência dos Estados Unidos”. Trump apoiou publicamente Asfura durante a campanha. Para a esquerda, isso é interferência inaceitável. Mas quando Biden fez declarações favoráveis ao Lula em 2022, era apenas “diplomacia”.

A interferência americana tornou-se o novo espantalho da esquerda mundial. É mais fácil culpar os americanos que admitir a derrota nas urnas. Trump declarou apoio a um candidato? Interferência. Biden elogiou Lula? Normalidade diplomática.

Essa narrativa já está sendo preparada para 2026 no Brasil. Quando Lula perder as eleições – e vai perder –, a esquerda brasileira gritará “interferência do Trump”. É o script pronto, testado em Honduras e aprovado pela militância.

A verdadeira interferência é quando um governo usa a máquina pública para perseguir opositores. Como faz o STF no Brasil. Isso sim deveria ser questionado, mas nunca é pela esquerda que se beneficia dessa interferência doméstica.

O manual da hipocrisia democrática em ação

Xiomara Castro, presidente hondurenha, pede nulidade total das eleições. Convoca protestos e orienta funcionários públicos a não cooperarem com a transição. Se isso não é golpismo, o que é? Mas quando Bolsonaro questionou urnas eletrônicas, foi acusado de golpista.

Bolsonaro facilitou a transição de governo. Uma semana após a derrota, já havia estabelecido o comitê de transição. Nunca falou em anular eleições ou não cooperar com o governo eleito. Mas foi chamado de golpista por questionar a segurança das urnas.

A esquerda hondurenha faz exatamente o que acusava Bolsonaro de pretender fazer. E onde estão as vozes que bradavam “defesa da democracia” quando a direita questionava resultados? Caladas, porque agora quem questiona é a esquerda.

Rixi Moncada, a candidata derrotada, perdeu feio com apenas 20% dos votos. Mesmo assim, não aceita o resultado. É democrática quando ganha, autoritária quando perde. O padrão se repete em todo continente americano.

O gráfico eleitoral que a esquerda não entende

A apuração hondurenha seguiu o padrão clássico latino-americano. Início com vantagem da esquerda, depois crescimento da direita, e definição nos votos finais. É exatamente o que acontece no Brasil há décadas.

Nas cidades grandes, votos de centro urbano chegam primeiro. São tradicionalmente mais à esquerda. Depois chegam votos do interior, mais conservadores. A oscilação é natural, não fraudulenta.

Em 2014, Dilma apareceu na frente desde o início da apuração. Era suspeito? Não. Em 2018, Bolsonaro superou a desvantagem inicial e ganhou. Era suspeito? Também não. Em 2022, quando Bolsonaro fez o pico e começou a cair, o resultado ficou claro: não havia margem suficiente.

Mas a esquerda não quer entender estatística eleitoral. Prefere teorias conspiratórias a explicações matemáticas. É mais fácil gritar fraude que aceitar a derrota nas urnas.

A estrela vermelha que não se esconde mais

Rixi Moncada não disfarça suas conexões. Seu partido “Libre” ostenta a mesma estrela vermelha do PT brasileiro. É a internacional socialista operando abertamente na América Latina. Não é coincidência, é coordenação.

O Foro de São Paulo articula candidaturas de esquerda em todo continente. Honduras era mais uma peça no tabuleiro. Com a derrota de Moncada, perderam uma posição estratégica na América Central.

Quando a direita ganha, a esquerda sempre alega interferência externa. Mas quando eles ganham, é “vontade popular soberana”. A manipulação é evidente para quem quer ver.

O que Honduras ensina sobre 2026 no Brasil

O roteiro hondurenho será copiado no Brasil em 2026. Lula perderá as eleições e a esquerda gritará “interferência do Trump”. Pedirão nulidade, convocarão protestos, questionarão urnas eletrônicas.

A diferença é que no Brasil a esquerda controla o STF. Aqui, podem conseguir anular uma eleição que perderam. Em Honduras, não têm esse poder. Por isso se limitam a protestos e declarações.

O brasileiro precisa entender esse jogo antes de 2026. Quando começarem os gritos de “golpe” e “interferência”, lembrem-se de Honduras. É sempre a mesma tática: deslegitimar eleições que perderam.

A vitória de Asfura representa mais que uma eleição local. É a confirmação de que o discurso esquerdista está perdendo força na América Latina. O eleitor cansou de promessas não cumpridas e autoritarismo disfarçado de democracia.

A democracia seletiva da esquerda mundial

Honduras expõe a farsa do compromisso democrático esquerdista. Eles defendem eleições apenas quando ganham. Quando perdem, sempre há uma desculpa: fraude, interferência, terrorismo eleitoral.

O padrão se repete globalmente. Na Venezuela, Maduro “ganha” com 51% e está tudo bem. Em Honduras, a direita ganha com vantagem clara e é fraude. Na Bolívia, Evo tenta quarto mandato inconstitucional e é democracia. Quando a direita questiona, é golpe.

A população hondurenha rejeitou o projeto esquerdista nas urnas. Escolheu um empresário de 67 anos contra uma candidata do establishment socialista. Foi uma decisão consciente, não manipulação externa.

Mas a esquerda nunca aceita que o povo possa rejeitá-la democraticamente. Para eles, quem vota na direita está sendo enganado, manipulado, comprado. É a arrogância típica de quem se considera dono da verdade.

O resultado hondurenho manda um recado claro para toda América Latina: o eleitorado está cansado do autoritarismo esquerdista. A mudança começa nas urnas, mesmo que os derrotados não aceitem o veredicto popular.

Honduras derrubou mais um governo de esquerda e expôs mais uma vez a hipocrisia democrática de quem só aceita eleições quando ganha. A pergunta que fica é: quantas derrotas mais a esquerda precisará sofrer para aceitar que seus projetos não convencem mais ninguém?

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