
O psicanalista Christian Dunker publicou na Folha de São Paulo que “como herói político, Bolsonaro morreu”. A análise reflete o desespero da esquerda diante de uma realidade incômoda: mesmo preso e condenado a 27 anos, o ex-presidente mantém força política. Pior ainda para seus adversários: cada nova perseguição fortalece sua imagem de vítima do sistema.
A estratégia de destruir Bolsonaro politicamente fracassou em todas as frentes. Primeiro tentaram tirá-lo da presidência. Depois, tornaram-no inelegível. Em seguida, inventaram acusações que vão de peculato a golpe de Estado. Por último, conseguiram condená-lo por conspiração golpista. Mesmo assim, o bolsonarismo não morreu. Pelo contrário: ganhou força.
O erro da esquerda é não perceber que Bolsonaro representa algo maior que ele mesmo. Ele encarna a revolta popular contra um sistema que só funciona para uma elite socialista do Leblon. Quanto mais o atacam, mais comprovam que ele é realmente antisistema. E é exatamente isso que o povo quer.
A perseguição começou com uma facada em 2018
Os problemas de saúde de Bolsonaro começaram com o atentado de Adélio Bispo em 2018. Uma facada que quase o matou durante a campanha eleitoral. Curiosamente, alguém registrou a presença do agressor na Câmara dos Deputados no mesmo dia, criando um álibi judicial. A esquerda protegeu o agressor de todas as formas possíveis.
Desde então, Bolsonaro enfrenta uma perseguição política sem precedentes. Alexandre de Moraes transformou o Supremo em instrumento de caça política. Prendeu apoiadores por pichar estátuas. Condenou pessoas a 17 anos de prisão por participar dos atos de 8 de janeiro. Criou o crime de “ser bolsonarista”.
Agora Bolsonaro precisa de cirurgia urgente para tratar hérnias inguinais. Tem todos os exames médicos comprovando a necessidade da operação. Mesmo assim, Moraes enrola a autorização. Quer mais perícias da Polícia Federal. É evidente que adoraria ver Bolsonaro morrer na prisão.
O que esse pessoal não entende é que cada dia de prisão injusta fortalece ainda mais Bolsonaro. No dia que ele sair da cadeia, terá o Brasil inteiro do seu lado. Todo mundo está vendo a perseguição. Todo mundo percebe a injustiça.
O golpe que nunca existiu virou obsessão da esquerda
A acusação de golpe contra Bolsonaro não tem lógica nem evidência. Como ele daria um golpe no dia 8 de janeiro se já não era mais presidente? Se quisesse dar um golpe, não o faria antes, quando ainda tinha o poder? Por que esperaria oito dias após deixar o cargo?
A tal “minuta do golpe” nunca apareceu. As provas são inexistentes. O processo inteiro se baseia em ilações e interpretações forçadas de conversas privadas. Qualquer pessoa com dois neurônios percebe que se trata de perseguição política travestida de processo judicial.
Mesmo assim, condenaram Bolsonaro a 27 anos de prisão. O objetivo era criar um consenso social de que “acabou”. Que o ex-presidente estava politicamente morto. Que ninguém mais se associaria a ele por medo das consequências.
O tiro saiu pela culatra. Flávio Bolsonaro herda os votos do pai e cresce nas pesquisas. A família mantém influência política enorme. Os bolsonaristas não abandonaram o barco. Pelo contrário: sentem-se mais unidos contra a perseguição do sistema.
A informação descentralizada destruiu o monopólio da mídia
Antigamente, a esquerda controlava a opinião pública com facilidade. A Rede Globo e os jornais tradicionais moldavam a visão das pessoas sobre os assuntos. A informação era centralizada. Quem controlasse os grandes veículos, controlava as mentes.
A internet mudou tudo. A informação hoje circula de forma descentralizada e distribuída. Não são apenas canais do YouTube ou Telegram. São pessoas conversando, trocando informações, confrontando as versões oficiais. O monopólio da narrativa acabou para sempre.
Por isso as pessoas percebem as inconsistências do discurso oficial. Quando a televisão fala em “golpe”, o cidadão comum pergunta: “que lógica tem isso?”. Quando inventam novas acusações contra Bolsonaro, as pessoas desconfiam. A credibilidade da mídia tradicional despencou.
O bolsonarismo nasceu dessa desconfiança popular em relação ao sistema. E cada nova perseguição confirma que a desconfiança estava certa. O sistema realmente existe. Realmente persegue quem o incomoda. Realmente usa o Judiciário como arma política.
Alexandre de Moraes: o herói que não é herói
Christian Dunker compara Alexandre de Moraes a Bolsonaro como “figuras heroicas”. A comparação é ridícula. Moraes não é herói coisa nenhuma. Ele é o sistema em pessoa. Usa a força dos outros para perseguir adversários políticos.
Quando Moraes “enfrentou” alguém fisicamente? Quando resistiu a uma facada na barriga? Nunca precisou. Ele foi escolhido pelo sistema para fazer o trabalho sujo. Tem toda a máquina estatal ao seu dispor. Não precisa de coragem pessoal.
Bolsonaro, ao contrário, luta contra o sistema há anos. Sobreviveu a um atentado. Enfrenta perseguição judicial. Está preso injustamente. Mesmo assim, mantém dignidade e resistência. Isso sim é força verdadeira.
O que prova o “histórico de atleta” de Bolsonaro não é ele falar sobre virilidade. É ele continuar vivo depois de tudo que enfrentou. Qualquer pessoa normal já teria sucumbido à pressão psicológica. Ele resiste porque tem estrutura física e mental de quem praticou esporte a vida inteira.
O sistema só funciona para a elite socialista do Leblon
O grande problema da esquerda é não entender por que Bolsonaro tem tanto apoio popular. Acham que é questão de “manipulação” ou “fake news”. Não percebem que o povo está revoltado com um sistema que não funciona.
Para quem o sistema atual funciona? Para o “grupelho do PT”, como bem definido na análise. Para os socialistas ricos do Leblon. Para a elite que se beneficia do Estado inchado e corrupto. Para o resto do país, o sistema só traz impostos altos e serviços públicos ruins.
As pessoas querem mudança. Querem alguém que enfrente esse sistema podre. Bolsonaro encarna essa revolta popular. Por isso, cada perseguição contra ele gera mais indignação. Cada injustiça comprova que o sistema precisa ser combatido.
Quando Bolsonaro sair da prisão, encontrará um país ainda mais revoltado contra o sistema que o prendeu. A estratégia da esquerda está produzindo o efeito contrário ao desejado. Em vez de matar o bolsonarismo, está fortalecendo-o.
A resistência do “histórico de atleta” contra a máquina de perseguição
O psicanalista Christian Dunker ironiza a mudança do discurso de Bolsonaro da “virilidade para a debilidade”. Não entende que mesmo o maior herói sofre quando está cercado por inimigos. A fragilidade atual não contradiz a força passada.
Bolsonaro está fragilizado, sim. Está sangrando. Precisa de cirurgia urgente. Está preso injustamente há meses. Sofre pressão psicológica brutal. Qualquer ser humano normal estaria devastado nessa situação.
O fato dele continuar resistindo é que prova sua força interior. O “histórico de atleta” não se manifesta na ausência de problemas, mas na capacidade de superá-los. Outros já teriam desistido. Ele continua firme.
Alexandre de Moraes adoraria que Bolsonaro morresse na prisão. Seria a solução final para o problema do bolsonarismo. Por isso enrola a autorização da cirurgia. Por isso cria dificuldades burocráticas. Quer transformar a prisão numa sentença de morte disfarçada.
Bolsonaro não vai morrer. Vai conseguir se recuperar e voltar mais forte. Quando isso acontecer, seus perseguidores terão uma “surpresa muito legal”. O povo brasileiro não esquece injustiças. Nem perdoa perseguições políticas.
A estratégia de destruir Bolsonaro fracassou completamente. Cada novo ataque confirma que ele é antisistema de verdade. E quanto mais o sistema se revela perseguidor e autoritário, mais o povo se volta contra ele. A esquerda cavou a própria cova ao transformar Bolsonaro em mártir político.
O que vem por aí? O mesmo sistema que prendeu Bolsonaro injustamente terá que explicar para o povo por que o fez. E o povo, que já desconfia do sistema, vai cobrar explicações nas urnas. O tiro vai sair pela culatra de forma espetacular.
Diante dessa perseguição política sem precedentes, uma pergunta fica no ar: até quando o povo brasileiro vai aceitar ver o sistema judiciário usado como arma contra adversários políticos?


