Articles for category: Mercado & Negócios

Profissionais tomando café no escritório antes de voltar para casa para trabalhar remotamente

Coffee Badging: Como a Geração Z está driblando a volta forçada ao escritório

Um fenômeno silencioso está tomando conta dos escritórios: o coffee badging. A prática está ganhando força especialmente entre a Geração Z e representa uma nova forma de resistência ao retorno presencial forçado pelas empresas. Os profissionais vão ao escritório, tomam um café, conversam com colegas por algumas horas e depois voltam para casa para trabalhar virtualmente. Nota editorial: Este artigo tem caráter analítico e opinativo, baseado em informações públicas e reportagens jornalísticas (com links para as fontes). Não imputa crimes, ilegalidades ou intenções a pessoas ou instituições. Limita-se à análise crítica de decisões e seus efeitos no debate público, sob

Supermercado com funcionários trabalhando na escala 5x2

Supermercados adotam escala 5×2 enquanto Brasília debate jornadas de trabalho

Enquanto deputados discutam projeto sobre jornada de trabalho em Brasília, o mercado brasileiro já resolveu na prática o problema da escala 6×1. Supermercados do interior paulista lideram uma transformação silenciosa que está reescrevendo as regras do varejo — não foi lei que forçou a mudança. Foi a simples escassez de gente disposta a trabalhar seis dias por um de folga. Nota editorial: Este conteúdo tem caráter analítico e opinativo, baseado em debates públicos e fontes abertas. Não afirma como fatos comprovados condutas ilegais ou ilícitas. Seu objetivo é promover reflexão crítica sobre temas de interesse público. Mercado se ajustou sozinho

Imagem ilustrativa sobre investimentos em petróleo na Venezuela

Joesley Batista pode perder milhões em poços venezuelanos

Os investimentos de Joesley Batista na Venezuela podem custar caro ao empresário. E não é pouco dinheiro, não. A J&F, grupo controlado pelos irmãos Joesley e Wesley Batista, é proprietária de poços de petróleo na Venezuela desde 2024, mas agora enfrenta o risco de perdê-los para empresas americanas que alegam serem as verdadeiras donas. Aliás, com Trump de volta ao poder, essa disputa promete esquentar. Nota editorial: Este conteúdo tem caráter analítico e opinativo, baseado em debates públicos e fontes abertas. Não afirma como fatos comprovados condutas ilegais ou ilícitas. Seu objetivo é promover reflexão crítica sobre temas de interesse

Geração Z questiona ordens e salva empresas: revolução ou risco?

Geração Z questiona ordens e salva empresas: revolução ou risco?

A revolução silenciosa dos jovens no mercado de trabalho A Geração Z está mudando as regras do jogo corporativo. Diferente de outras gerações, esses jovens nascidos entre 1997 e 2012 não aceitam ordens sem explicação. Eles querem entender o contexto, o objetivo e a lógica por trás de cada decisão empresarial. Segundo estudo da StartSe, essa postura está literalmente salvando empresas de cometerem erros custosos. O comportamento desses jovens profissionais representa uma ruptura com décadas de cultura corporativa hierárquica. Onde antes imperava o “manda quem pode, obedece quem tem juízo”, agora surge uma geração que questiona, analisa e propõe alternativas.

Havaianas: empresa compra próprias ações para esconder crise

Havaianas: empresa compra próprias ações para esconder crise

O truque por trás da ‘recuperação’ das ações A Alpargatas, dona da marca Havaianas, anunciou que ‘recuperou’ R$ 150 milhões em valor de mercado após a polêmica que gerou boicote em dezembro de 2025. A informação foi celebrada pela mídia como prova de que o boicote fracassou. Mas há um detalhe que poucos notaram: a própria empresa comprou suas ações para inflar artificialmente o preço. Segundo comunicado oficial ao mercado divulgado em 23 de dezembro de 2025, a Itaúsa e a BW Gestão de Investimentos, controladoras da Alpargatas, adquiriram 54 milhões de ações preferenciais da empresa. Isso representa aproximadamente 15,16%

Havaianas: a verdade por trás da campanha polêmica

Havaianas: a verdade por trás da campanha polêmica

A campanha de fim de ano da Havaianas com Fernanda Torres não foi um erro de marketing. Foi uma decisão calculada que expõe uma rede de interesses políticos e financeiros que vai muito além de vender chinelos. Os números revelam a dimensão do problema: as ações da Alpargatas, dona da marca, caíram 2,39% em um único dia, representando prejuízo de milhões de reais após o boicote espontâneo dos consumidores. Enquanto a Havaianas perdia seguidores e enfrentava lojas vazias no final do ano, sua principal concorrente, Sandálias Ipanema, ganhou mais de 500 mil novos seguidores em apenas dois dias. Franqueados que

Havaianas escolhe Fernanda Torres e perde metade do Brasil

Havaianas escolhe Fernanda Torres e perde metade do Brasil

A Havaianas decidiu que seria uma boa estratégia apostar em Fernanda Torres como garota propaganda de seu novo comercial. A atriz, que recentemente participou de eventos contra a anistia e tem histórico de posicionamentos políticos alinhados à esquerda, protagoniza um anúncio que já foi retirado do ar após o início de um movimento de boicote. A empresa parece não ter calculado o tamanho do problema que estava criando. A decisão da marca brasileira de sandálias reflete uma tendência perigosa das grandes empresas: apostar na polarização política como estratégia de marketing. O resultado tem sido consistentemente desastroso para as marcas que

Elon Musk vira o primeiro trilionário: US$ 750 bilhões

Elon Musk vira o primeiro trilionário: US$ 750 bilhões

Elon Musk acaba de se tornar a primeira pessoa na história a acumular um patrimônio superior a US$ 700 bilhões. Com US$ 750 bilhões em valor líquido, o empresário está no caminho para ser o primeiro trilionário do mundo. O marco aconteceu após a Suprema Corte de Delaware restabelecer seu pacote de compensação da Tesla, que havia sido bloqueado por uma decisão judicial controversa. A decisão judicial representa muito mais do que números astronômicos. Trata-se de um precedente fundamental sobre propriedade privada e contratos empresariais. Quando o Estado pode interferir em acordos voluntários entre partes privadas? A resposta da Suprema

Oracle desaba 11% na bolsa após aposta bilionária em IA

Oracle desaba 11% na bolsa após aposta bilionária em IA

A Oracle registrou uma queda brutal de 11% em suas ações na bolsa americana após revelar os resultados do último trimestre. O motivo não foi apenas a receita de 16 bilhões de dólares, que ficou abaixo das expectativas do mercado. O verdadeiro problema está na aposta arriscada da empresa: ela está se endividando massivamente para construir infraestrutura de inteligência artificial. Os números mostram uma situação preocupante. Enquanto o lucro da Oracle ainda cresce, o fluxo de caixa despencou para território negativo no último trimestre. A empresa está torrando praticamente tudo que ganha para comprar equipamentos e montar data centers gigantescos

Brasileira de 29 anos vira bilionária nos EUA e critica brasileiros que negam meritocracia

Brasileira de 29 anos vira bilionária nos EUA e critica brasileiros que negam meritocracia

A jovem que saiu de Santa Catarina para conquistar o mundo Suas medalhas em olimpíadas científicas mostram a importância da educação de qualidade. Sua formação no MIT demonstra o valor do conhecimento técnico avançado. Sua vitória contra reguladores americanos prova que persistência e conhecimento legal fazem diferença. Cada elemento de sua trajetória oferece lições práticas para outros empreendedores. O Brasil precisa urgentemente mudar sua relação com o sucesso individual. Países desenvolvidos celebram seus empreendedores e estudam suas trajetórias para criar mais casos similares. Aqui, preferimos destruir nossos próprios talentos com inveja e ressentimento. Resultado: perdemos cérebros para outros países e