janeiro 8, 2026
Judiciário sem limites: médicos intimidados, provas ignoradas e recuos estratégicos
Os últimos dois dias expuseram como opera um judiciário sem freios constitucionais. Alexandre de Moraes anulou a sindicância do Conselho Federal de Medicina sobre o atendimento médico a Bolsonaro e Felipe Martins foi preso preventivamente por supostamente usar o LinkedIn, mesmo com registros comprovando que o último acesso foi em 2024. Para completar o quadro, o ministro Jhonatan de Jesus recuou da inspeção no Banco Central sobre o caso Master. Três episódios que revelam o padrão: quando convém, as regras valem. Quando incomodam? Simplesmente somem. Nota editorial: Este conteúdo tem caráter analítico e opinativo, baseado em informações públicas e reportagens












