
O sindicato dos artistas de São Paulo enviou delegados sindicais ao set de gravação do filme “Dark Horse”, sobre Jair Bolsonaro, após receber denúncias de figurantes e atores. O caso expõe a estratégia da esquerda para manter controle sobre a produção cultural brasileira. Figurantes admitiram ter sabotado propositalmente suas cenas para prejudicar as gravações.
O filme, produzido por Hollywood com cenas gravadas no Brasil, retrata a trajetória de Bolsonaro como “cavalo azarão” que chegou à presidência. As gravações já foram concluídas, mas a polêmica continua crescendo. O SATED de São Paulo justifica a fiscalização citando “situações preocupantes” relatadas por participantes das filmagens.
A mobilização contra o filme revela o desespero da esquerda cultural brasileira. Durante décadas, controlaram completamente a narrativa artística no país. Agora enfrentam concorrência real graças ao YouTube e às plataformas digitais que democratizaram a produção de conteúdo.
A estratégia de dominação cultural em ação
O caso do filme sobre Bolsonaro exemplifica perfeitamente a doutrina gramsciana aplicada no Brasil. Antonio Gramsci defendia que a conquista cultural antecede a conquista política. A esquerda brasileira assimilou essa lição e a pratica há décadas de forma sistemática.
O método é sempre o mesmo. Militantes de esquerda começam em posições subsidiárias em jornais, universidades, emissoras e produtoras. Enquanto são minoria, permanecem discretos. À medida que sobem na hierarquia, começam a bloquear promoções de profissionais de direita.
Quando finalmente chegam a posições de chefia, apenas esquerdistas são contratados e promovidos. Assim tomaram controle das universidades, da mídia tradicional, da indústria do entretenimento e das instituições culturais. Qualquer dissidência é sumariamente eliminada.
Professores universitários de direita relatam que suas carreiras simplesmente param de avançar. Projetos de pesquisa são negados. Verbas não saem. O boicote é sistemático, mas nunca explícito. Regina Duarte e Cássia Kiss são exemplos conhecidos de artistas que sofreram ostracismo após apoiarem Bolsonaro.
Figurantes confessam sabotagem deliberada
O deputado Josias Teófilo revelou informações explosivas sobre a produção. Segundo suas fontes, figurantes admitiram abertamente ter sabotado o filme. Muitos se sentiram constrangidos por participar de uma produção sobre Bolsonaro e decidiram prejudicar as gravações.
A estratégia foi exagerar propositalmente nas cenas de figuração. O objetivo era forçar a produção a descartar as imagens ou refazer as tomadas. Isso aumenta custos e atrasa cronogramas. Uma figurante confirmou: os participantes se esforçaram para aparecer de forma exagerada, esperando que suas cenas fossem cortadas.
Pelo menos 14 figurantes já se mobilizam para processar a produção. Alegam condições inadequadas de trabalho e “surpresa com o tema”. A principal reclamação? Não sabiam que o filme era sobre Bolsonaro. Uma desculpa conveniente para quem foi posteriormente pressionado por colegas de profissão.
A proibição do uso de celulares no set também virou motivo de queixa. Medida padrão em qualquer produção cinematográfica, foi transformada em “condição humilhante”. O objetivo real era gravar cenas e vazar informações sobre a produção.
Sindicato aplica dois pesos e duas medidas
A fiscalização do SATED no filme sobre Bolsonaro contrasta com a omissão em outros casos. Durante a COP 30, atores fantasiados de animais ficaram sem receber pagamento após apresentação oficial. Nenhum sindicato apareceu para defendê-los.
O argumento de que o SATED de São Paulo não teria jurisdição sobre eventos em outros estados não convence. Artistas paulistas trabalham por todo o país. Se houvesse real preocupação com direitos trabalhistas, o sindicato articularia ações com entidades regionais.
A seletividade da fiscalização expõe o verdadeiro objetivo: perseguir produções que contrariam a hegemonia cultural da esquerda. Toda produção cinematográfica enfrenta desafios logísticos e problemas de cronograma. Transformar isso em caso sindical só acontece quando o conteúdo incomoda.
O sindicato afirma que os artistas devem ser tratados “de acordo com as regulamentações do SATED”. Não são regulamentações governamentais ou trabalhistas gerais. São regras criadas pelo próprio sindicato para controlar a atividade artística.
YouTube quebrou o monopólio cultural esquerdista
A democratização da produção de conteúdo através do YouTube revolucionou o cenário cultural brasileiro. Pela primeira vez em décadas, vozes de direita encontraram espaço para se expressar e construir audiência significativa.
Canais de humor, política, economia e entretenimento de direita superam regularmente em audiência as produções tradicionais da esquerda. A explicação é simples: a maior parte da população brasileira tem valores conservadores. Quando encontra conteúdo alinhado com suas crenças, adere naturalmente.
A esquerda perdeu o controle da narrativa cultural e está desesperada. Durante anos, impôs sua agenda através da televisão, cinema e música sem enfrentar concorrência real. Agora precisa disputar audiência em condições de igualdade.
O fenômeno não se restringe ao Brasil. Plataformas digitais quebram monopólios culturais estabelecidos ao redor do mundo. A indústria do entretenimento tradicional perde relevância à medida que o público migra para criadores independentes.
Beyoncé é usada como escudo contra o filme
A cantora Beyoncé acionou a justiça contra suposito uso indevido de sua música no filme sobre Bolsonaro. O processo, porém, baseia-se em informações falsas. Não foi a produção oficial que utilizou a música da artista.
Um fã criou um teaser não oficial do filme e incluiu uma música de Beyoncé. O vídeo circulou nas redes sociais sem qualquer conexão com a produção real. A confusão foi proposital: opositores do filme espalharam o teaser como se fosse material oficial.
Até o momento, não existe site oficial do filme, conta oficial ou material promocional autorizado. Qualquer conteúdo que circula nas redes é produção de fãs ou detratores. A produtora mantém sigilo sobre a campanha de marketing.
O caso Beyoncé ilustra como fake news são criadas para prejudicar o filme. Se houve uso indevido de música, o processo deveria ser contra quem fez o teaser não oficial. Processar a produção do filme por algo que não fez é má-fé jurídica.
A importância da batalha cultural
A reação histérica ao filme sobre Bolsonaro comprova a importância da disputa cultural. A esquerda não mobilizaria sindicatos, artistas e advogados se não considerasse o cinema uma ferramenta poderosa de influência.
Durante décadas, filmes, novelas e músicas moldaram a opinião pública brasileira numa direção específica. Heróis eram sempre progressistas. Vilões representavam valores tradicionais. Empresários apareciam como exploradores. Militares como golpistas. A agenda era clara e consistente.
A direita brasileira negligenciou por muito tempo a produção cultural. Concentrou-se na política institucional enquanto a esquerda capturava universidades, redações e estúdios. O resultado foi uma hegemonia cultural que durou gerações.
Agora a situação se inverte. Criadores de direita encontram público ávido por conteúdo alinhado com seus valores. Filmes, livros, podcasts e canais de YouTube conservadores multiplicam-se rapidamente. A esquerda cultural está perdendo terreno e reage com desespero.
O filme “Dark Horse” representa um marco nessa disputa. Uma produção de Hollywood sobre um presidente brasileiro de direita é algo inédito. O potencial de alcance global amplifica a preocupação dos adversários.
A batalha cultural não acabou, mas o cenário mudou definitivamente. A esquerda não conseguirá mais impor sua narrativa sem enfrentar resistência organizada. O monopólio cultural chegou ao fim. A disputa agora será travada em condições mais equilibradas.
Resta saber se a direita brasileira saberá aproveitar essa janela de oportunidade. A produção de conteúdo cultural de qualidade exige investimento, profissionalismo e visão de longo prazo. Não basta criticar a hegemonia esquerdista. É preciso construir uma alternativa consistente e atrativa.
Você acredita que a direita conseguirá consolidar sua presença na produção cultural brasileira?


