
Se tornaria negócio como qualquer outro. Disputas seriam resolvidas em tribunais, não com fuzis. A concorrência substituiria a coerção. A qualidade e o preço importariam mais que a capacidade de violência.
Segundo, é preciso reafirmar direito inalienável de cada indivíduo à autodefesa. Isso inclui direito de possuir e portar armas. Uma população desarmada está à mercê tanto dos criminosos quanto do Estado.
A segurança começa com capacidade de proteger a si mesmo, família e propriedade. Finalmente, em sociedade livre, segurança seria serviço, não imposição. Agências de segurança privadas, cooperativas de defesa comunitária e companhias de seguro competiriam para oferecer melhores serviços de proteção.
A escolha que nos apresentam é farsa completa. Não se trata de optar entre jaula federal ou jaula estadual. A verdadeira escolha é entre coerção do Estado e cooperação voluntária de sociedade livre. A paz não virá de estado maior, mas de sua completa superação.
Enquanto continuarmos aceitando que alguém precisa ter monopólio da força sobre nós, continuaremos escolhendo apenas qual corrente preferimos usar. A liberdade real começa quando rejeitamos todas as correntes.
E você, vai continuar escolhendo entre jaulas ou está pronto para a verdadeira liberdade?


